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Um complexo trabalho orgânico de elementos. Capítulo 3: A realidade.


Afinal, qual é a minha realidade?

O tipo de pessoa que espera a sorte sorrir. Quem sabe ganhar na loteria. Alguém milionário me enxergar e presentear com dinheiro. Mas correr atrás das realizações? Preguiça de estudar. Preguiça de aprender, me dedicar para executar qualquer movimento.

O homem da teoria.

Eu sei sim, sempre soube e não preciso que me explique. No final das contas eu estou buscando uma maneira de aprender, mas claro, cortando caminhos. 

Vejam só, até o estilo musical que ouço, julgo como o melhor. O resto é resto. Assim como qualquer outra coisa que não seja do agrado. Isso é bizarro. Está totalmente errado mas porque ainda não consigo mudar?

Acredito que não sou o único, mas de qualquer maneira não posso deixar as coisas caminharem da mesma forma.

Eu consigo perceber que tudo é feito de troca. Por exemplo, pessoas que não tem costume de comentar e curtir coisas dos outros, não receberão isso quando postar algo (mas que droga de exemplo). Assim funciona para as parcerias da vida.

Consegui concluir que não tenho amizades suficientes para preencher as cadeiras para um jantar porque eu não vou atrás das pessoas. Não consigo saber exatamente quando comecei a ignorar o fato da existência humana à volta. Simplesmente eu fui deixando até não me importar mais. Isso é triste.

Vou dar uma dica bem simples: não esqueça das pessoas que nunca esqueceram de você.

Sou apenas um rascunho, essa é a realidade.



Capítulo 1

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